Menos de uma semana depois de conquistar o terceiro lugar na categoria 450 Extreme, melhor resultado de um piloto das Américas no Rally Dakar 2009, o brasileiro José Hélio já pensa na próxima edição, prevista para 2010. "Quero disputar o próximo Dakar. Fiquei muito feliz só em poder completar a prova", revelou.
Um dos pontos de destaque para o piloto foi o aprendizado adquirido durante as 14 etapas divididas em 9.500 quilômetros percorridos. "Para mim, o melhor de tudo foi a experiência que ganhei. Aprendi muito sobre a prova em si. Apesar de já conhecer bem a região por ter disputado outras provas no local, o Dakar é diferente. Espero me sair cada vez melhor nas próximas participações e se possível disputar a competição novamente já na próxima edição."
Para o tetracampeão do Rally dos Sertões, o bicampeonato do espanhol Marc Coma foi conquistado com louvor. "Achei que a vitória do Marc Coma foi muito justa. Ele é um ótimo piloto, com grande experiência no Dakar e no tipo de navegação que a prova exige. Liderou de ponta a ponta", lembrou José Hélio, que conta com o patrocínio da Honda do Brasil, ASW e Flash Power.
O brasileiro passou por muitos desafios durante a longa prova, mas garante que tudo valeu a pena. "Tivemos momentos muito difíceis como a tempestade de areia que atrapalhou muito a visão. Sem conseguir enxergar, o risco de se chocar com as motos da frente era grande, mas deu tudo certo. Foi muito bom e muito gratificante andar entre os melhores pilotos do Mundo."
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 18 de janeiro de 2009
Veja a classificação final do Rali Dacar
Após quatorze etapas entre a Argentina e o Chile, o Rali Dacar 2009 conheceu os campeões nas quatro categorias: carros, motos, caminhões e quadriciclos, que retornaram a Buenos Aires neste sábado, depois de duas semanas de competição.
Entre os brasileiros que completaram a prova, André Azevedo (BRA) e Justo Maykel conquistaram a melhor posição, a sexta entre os caminhões, quase dez horas atrás dos vencedores.
Veja a classificação final do Rali Dacar:
CARROS
1º - Giniel De Villiers (RSA) e Dirk Von Zitzewitz (ALE) - Volkswagen
2º - Mark Miller (EUA) e Ralph Pitchford (RSA) - Volkswagen
3º - Robby Gordon (EUA) e Andy Grider (EUA) - Hummer
4º - Ivar Tollefsen (NOR) e Quin Evans (GBR) - Nissan
5º - Krzysztof Holowczyc (POL) e Jean-Marc Fortin (BEL) - Nissan
23º - Jean Azevedo (BRA) e Youssef Haddad (BRA) - Mitsubishi
MOTOS
1º - Marc Coma (ESP) - KTM
2º - Cyril Despres (FRA) - KTM
3º - David Fretigne (FRA) - Yamaha
4º - David Casteau (FRA) - KTM
5º - Helder Rodrigues (POR) - KTM
12º - Zé Hélio (BRA) - Honda
31º - Rodolpho Mattheis (BRA) - Yamaha
CAMINHÕES
1º - Firdaus Kabirov (RUS), Aydar Belyaev (RUS) e Andrey Mokeev (RUS) - Kamaz
2º - Vladmir Chagin (RUS), Sergey Savostin (RUS) e Eduard Nikolaev (RUS) - Kamaz
3º - Gerard de Rooy (HOL), Tom Colsoul (BEL) e Marcel van Melis (HOL) - Ginaf
4º - Ilgizar Mardeev (RUS), Viatcheslav Mizyukaev (RUS) e Ayrat Mardeev (RUS) - Kamaz
5º - Franz Echter (ALE), Detlef Ruf (ALE) e Artur Klein (ALE) - Man
6º - André Azevedo (BRA), Justo Maykel (BRA) e Jaromir Martinec (RTC) - Tatra
QUADRICICLOS
1º - Josef Machacek (RTC) - Yamaha
2º - Marcos Patronelli (ARG) - Can-Am
3º - Rafal Sonik (POL) - Yamaha
4º - Hubert Deltrieu (FRA) - Polaris
5º - Oldrich Brazina (RTC) - Yamaha
Entre os brasileiros que completaram a prova, André Azevedo (BRA) e Justo Maykel conquistaram a melhor posição, a sexta entre os caminhões, quase dez horas atrás dos vencedores.
Veja a classificação final do Rali Dacar:
CARROS
1º - Giniel De Villiers (RSA) e Dirk Von Zitzewitz (ALE) - Volkswagen
2º - Mark Miller (EUA) e Ralph Pitchford (RSA) - Volkswagen
3º - Robby Gordon (EUA) e Andy Grider (EUA) - Hummer
4º - Ivar Tollefsen (NOR) e Quin Evans (GBR) - Nissan
5º - Krzysztof Holowczyc (POL) e Jean-Marc Fortin (BEL) - Nissan
23º - Jean Azevedo (BRA) e Youssef Haddad (BRA) - Mitsubishi
MOTOS
1º - Marc Coma (ESP) - KTM
2º - Cyril Despres (FRA) - KTM
3º - David Fretigne (FRA) - Yamaha
4º - David Casteau (FRA) - KTM
5º - Helder Rodrigues (POR) - KTM
12º - Zé Hélio (BRA) - Honda
31º - Rodolpho Mattheis (BRA) - Yamaha
CAMINHÕES
1º - Firdaus Kabirov (RUS), Aydar Belyaev (RUS) e Andrey Mokeev (RUS) - Kamaz
2º - Vladmir Chagin (RUS), Sergey Savostin (RUS) e Eduard Nikolaev (RUS) - Kamaz
3º - Gerard de Rooy (HOL), Tom Colsoul (BEL) e Marcel van Melis (HOL) - Ginaf
4º - Ilgizar Mardeev (RUS), Viatcheslav Mizyukaev (RUS) e Ayrat Mardeev (RUS) - Kamaz
5º - Franz Echter (ALE), Detlef Ruf (ALE) e Artur Klein (ALE) - Man
6º - André Azevedo (BRA), Justo Maykel (BRA) e Jaromir Martinec (RTC) - Tatra
QUADRICICLOS
1º - Josef Machacek (RTC) - Yamaha
2º - Marcos Patronelli (ARG) - Can-Am
3º - Rafal Sonik (POL) - Yamaha
4º - Hubert Deltrieu (FRA) - Polaris
5º - Oldrich Brazina (RTC) - Yamaha
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Apesar de coma, espanhol acidentado no Dacar tem risco de morrer reduzido
O piloto espanhol Cristobal Guerrero sofreu um grave acidente durante a décima etapa do Rali Dacar e entrou em coma. Os organizadores do evento afirmaram que o espanhol, que corre pela equipe Epsilon, pilotava uma moto KTM no início desta tarde quando caiu na altura do quilômetro 160 da décima etapa, de 430 km. Ele bateu com a cabeça e foi levado ao hospital de Copiapó, no Chile, onde deve ser submetido a uma tomografia. Aos 48 anos, pai de quatro filhos e natural de Málaga, Guerrero disputava sua primeira edição do Rali Dacar.
Antes de iniciar a competição, o espanhol chegou a comentar os perigos da prova.
- Deus queira que eu termine este primeiro Dakar, para que possa voltar nas próximas edições - afirmou à imprensa.
Às 12h38m, na hora local, um dos despositivos de segurança da moto de Guerrero emitiu um sinal de alerta. Um helicóptero, então, partiu para o lugar do acidente, e os médicos já encontraram o piloto em estado de coma.
Assim que chegou ao acampamento, o espanhol foi transportado de ambulância para o hospital, que fica a 15 quilômetros do local.
Antes de iniciar a competição, o espanhol chegou a comentar os perigos da prova.
- Deus queira que eu termine este primeiro Dakar, para que possa voltar nas próximas edições - afirmou à imprensa.
Às 12h38m, na hora local, um dos despositivos de segurança da moto de Guerrero emitiu um sinal de alerta. Um helicóptero, então, partiu para o lugar do acidente, e os médicos já encontraram o piloto em estado de coma.
Assim que chegou ao acampamento, o espanhol foi transportado de ambulância para o hospital, que fica a 15 quilômetros do local.
sábado, 10 de janeiro de 2009
Dimas Mattos se recupera de acidente no Dakar e aposta em Zé Hélio
Duas participações no Rally Dakar, duas cirurgias e alguns pinos espalhados do ombro aos pés. Esse é o saldo de Dimas Mattos nas duas vezes que participou do maior rali do mundo. Na primeira vez, em 2007, na 12ª especial um acidente o tirou da prova africana e o levou para o centro cirúrgico para a colocação de pinos no ombro. Na segunda, em 2009, um tronco escondido na trilha o fez fraturar o tornozelo na 2ª especial da prova sul-americana. “Em 26 anos de pilotagem até que não tenho muitos pinos, não”, conta com bom humor. “Eu brinco que eu completei 95% da primeira prova e 5% desta última, então, já tenho um Dakar 100% completo”, disse ao Webventure, enquanto, “de molho” em casa, espera a cirurgia que irá colocar dois pinos na fratura, no próximo sábado, 17 de janeiro.
“Quando fui resgatado pelo helicóptero vi vários pilotos com as motos quebradas graças a vários troncos cortados que estavam escondidos no pasto, como o que me machucou. Eu bati a parte de dentro do pé no tronco, mas não caí. Segui por uns 20 quilômetros ainda e quando percebi que estava insuportável para seguir, chamei o socorro aéreo. O próprio Cyril Despres caiu porque não viu o tronco, mas nada aconteceu com ele. O Zé Hélio estava passando por lá na hora e parou para ajudá-lo”, contou Dimas.
A prova deverá continuar na América do Sul até 2011, mas Mattos irá pensar com calma na possibilidade de voltar a ela. “Tenho muita coisa para pensar. Não posso nem dizer que sim nem dizer que não. Quero deixar a poeira abaixar, fazer uma análise minha. O volume de acidentes na América do Sul aumentou com relação à prova africana, por vários fatores, então quero pensar nisso com a cabeça fria. Aqui está muito mais complicado do que lá (África)”, afirmou ele que conta que a meta é estar 100% pronto para o Rally dos Sertões 2009. “O Sertões é o limite do prazer na pilotagem. O Dakar é sacrifício. É puro desafio humano, a prova de moto ficou lá atrás”, opinou.
Dimas Mattos ressalta a declaração do piloto Carlo de Gavardo, que já competiu muitas vezes de moto e que em 2009 está na categoria carros do rali. “Eu ouvi uma declaração dele que o que ele viu, largando no fim da fila, foi um verdadeiro inferno. Muitos pilotos machucados, motos e carros destruídos, que parecia um local onde tinha acontecido uma guerra”, afirmou.
Mas mesmo com todos esses riscos, Dimas lamenta sua saída já que declarou estar muito mais bem preparado que em 2007, tanto física quanto tecnicamente. “Fiquei dois meses treinando nos Lençóis Maranhenses, estava com a moto muito boa, tinha tudo para completar o Dakar, com uma tocada segura no primeiro dia, em que terminei entre os 40 primeiros, mas infelizmente não é só isso que importa, tem que ter sorte. Não Possi dizer que não tive sorte, de repente ‘alguém lá em cima’ queria que eu parasse por ali por um motivo maior. Prefiro pensar assim”, declarou o piloto.
Confiança em Zé Hélio - Dimas Mattos nunca escondeu a confiança que tem no piloto Zé Hélio, 12º colocado na classificação geral. E ele crê em uma conquista do piloto nesta edição do Dakar.
“Andamos juntos há muito tempo, somos parceiros. E o Zé está numa fase excelente psicológica, técnica e fisicamente. Tenho muita confiança que ele chegará entre os dez primeiros. Já na briga pelo título na categoria, a 450, que ele está travando com o David Fratigne, está uma briga bonita. O Fretigne está com uma postura mais radical de pilotagem, com uma troca quase que diária de motor. Já com o Zé Hélio optamos por uma estratégia diferente, que é andar o máximo que der, poupando o equipamento. Por isso o francês tem vantagem sobre ele, mas tem mais riscos também”, explicou Dimas, que já considera como vitória a segunda colocação de Zé Hélio em sua categoria, o que o coloca como o estreante mais bem posicionado no ranking do Dakar 2009.
Acidente com Pascal
Experiente piloto, Dimas Mattos tem sua opinião do que pode ter acontecido com Pascal Terry, piloto de moto que foi encontrado morto na trilha da 2ª especial do Dakar após três dias desaparecido.
“Eu tenho uma teoria de que ele deve ter sofrido uma queda forte que ocasionou algum trauma interno, como uma hemorragia. Porque, pelo que me foi dito, ele estava embaixo de uma árvore, sem capacete e com comida aberta em volta do corpo. A partir disso penso que ele caiu forte e com dores, em vez de acionar o resgate, o que o desclassificaria da prova, ele pensou que descansando um pouco, poderia se recuperar e voltar para a prova. É duro você aceitar que precisa desistir”, opinou Dimas, completando que Pascal pode ter perdido a consciência aos poucos e por isso morreu apenas no dia seguinte, como relatou a polícia argentina. “Não foi um ataque do coração ocasional”.
Mas ele ressalta que o suspense também fica por conta da falta de socorro da organização da prova. Todos os competidores têm dois sistemas de rastreamento via satélite no equipamento, a Balize e o Iritrack, que mandam automaticamente o posicionamento dos pilotos para a organização da prova.
“Tem muita coisa estranha nessa história. Será que quebraram os dois sistemas de satélite também? E aquela história de que o irmão dele entrou no acampamento por isso acharam que era ele? Isso não faz o menor sentido porque o equipamento identifica o piloto pelo número e não pelo nome. Teria que ser uma coincidência muito grande ele cair e quebrar a Balize e o Iritrack ao mesmo tempo. Só se foi uma seqüência de infelicidades para chegar no resultado que aconteceu”, declarou ele contando que quando precisou de resgate, acionou o socorro pela sua moto e em dez minutos o helicóptero já havia chegado.
“Quando fui resgatado pelo helicóptero vi vários pilotos com as motos quebradas graças a vários troncos cortados que estavam escondidos no pasto, como o que me machucou. Eu bati a parte de dentro do pé no tronco, mas não caí. Segui por uns 20 quilômetros ainda e quando percebi que estava insuportável para seguir, chamei o socorro aéreo. O próprio Cyril Despres caiu porque não viu o tronco, mas nada aconteceu com ele. O Zé Hélio estava passando por lá na hora e parou para ajudá-lo”, contou Dimas.
A prova deverá continuar na América do Sul até 2011, mas Mattos irá pensar com calma na possibilidade de voltar a ela. “Tenho muita coisa para pensar. Não posso nem dizer que sim nem dizer que não. Quero deixar a poeira abaixar, fazer uma análise minha. O volume de acidentes na América do Sul aumentou com relação à prova africana, por vários fatores, então quero pensar nisso com a cabeça fria. Aqui está muito mais complicado do que lá (África)”, afirmou ele que conta que a meta é estar 100% pronto para o Rally dos Sertões 2009. “O Sertões é o limite do prazer na pilotagem. O Dakar é sacrifício. É puro desafio humano, a prova de moto ficou lá atrás”, opinou.
Dimas Mattos ressalta a declaração do piloto Carlo de Gavardo, que já competiu muitas vezes de moto e que em 2009 está na categoria carros do rali. “Eu ouvi uma declaração dele que o que ele viu, largando no fim da fila, foi um verdadeiro inferno. Muitos pilotos machucados, motos e carros destruídos, que parecia um local onde tinha acontecido uma guerra”, afirmou.
Mas mesmo com todos esses riscos, Dimas lamenta sua saída já que declarou estar muito mais bem preparado que em 2007, tanto física quanto tecnicamente. “Fiquei dois meses treinando nos Lençóis Maranhenses, estava com a moto muito boa, tinha tudo para completar o Dakar, com uma tocada segura no primeiro dia, em que terminei entre os 40 primeiros, mas infelizmente não é só isso que importa, tem que ter sorte. Não Possi dizer que não tive sorte, de repente ‘alguém lá em cima’ queria que eu parasse por ali por um motivo maior. Prefiro pensar assim”, declarou o piloto.
Confiança em Zé Hélio - Dimas Mattos nunca escondeu a confiança que tem no piloto Zé Hélio, 12º colocado na classificação geral. E ele crê em uma conquista do piloto nesta edição do Dakar.
“Andamos juntos há muito tempo, somos parceiros. E o Zé está numa fase excelente psicológica, técnica e fisicamente. Tenho muita confiança que ele chegará entre os dez primeiros. Já na briga pelo título na categoria, a 450, que ele está travando com o David Fratigne, está uma briga bonita. O Fretigne está com uma postura mais radical de pilotagem, com uma troca quase que diária de motor. Já com o Zé Hélio optamos por uma estratégia diferente, que é andar o máximo que der, poupando o equipamento. Por isso o francês tem vantagem sobre ele, mas tem mais riscos também”, explicou Dimas, que já considera como vitória a segunda colocação de Zé Hélio em sua categoria, o que o coloca como o estreante mais bem posicionado no ranking do Dakar 2009.
Acidente com Pascal
Experiente piloto, Dimas Mattos tem sua opinião do que pode ter acontecido com Pascal Terry, piloto de moto que foi encontrado morto na trilha da 2ª especial do Dakar após três dias desaparecido.
“Eu tenho uma teoria de que ele deve ter sofrido uma queda forte que ocasionou algum trauma interno, como uma hemorragia. Porque, pelo que me foi dito, ele estava embaixo de uma árvore, sem capacete e com comida aberta em volta do corpo. A partir disso penso que ele caiu forte e com dores, em vez de acionar o resgate, o que o desclassificaria da prova, ele pensou que descansando um pouco, poderia se recuperar e voltar para a prova. É duro você aceitar que precisa desistir”, opinou Dimas, completando que Pascal pode ter perdido a consciência aos poucos e por isso morreu apenas no dia seguinte, como relatou a polícia argentina. “Não foi um ataque do coração ocasional”.
Mas ele ressalta que o suspense também fica por conta da falta de socorro da organização da prova. Todos os competidores têm dois sistemas de rastreamento via satélite no equipamento, a Balize e o Iritrack, que mandam automaticamente o posicionamento dos pilotos para a organização da prova.
“Tem muita coisa estranha nessa história. Será que quebraram os dois sistemas de satélite também? E aquela história de que o irmão dele entrou no acampamento por isso acharam que era ele? Isso não faz o menor sentido porque o equipamento identifica o piloto pelo número e não pelo nome. Teria que ser uma coincidência muito grande ele cair e quebrar a Balize e o Iritrack ao mesmo tempo. Só se foi uma seqüência de infelicidades para chegar no resultado que aconteceu”, declarou ele contando que quando precisou de resgate, acionou o socorro pela sua moto e em dez minutos o helicóptero já havia chegado.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Noticias Rali Dakar
Tragédia no Dakar: Colisão de caminhão do Dakar deixa dois mortos
Um caminhão que prestava apoio logístico ao Rali Dakar 2009 se chocou nesta sexta-feira de frente contra um caminhão particular, no trecho que liga as cidades de La Serena e Ovalle, no Chile. Os integrantes do segundo veículo não resistiram e morreram. Com mais estas mortes, a prova deste ano atinge a marca de três vítimas fatais.
O acidente aconteceu nas imediações da localidade de Pejerreyes, ao norte da região de Ovalle, cerca de 400 km ao norte de Santiago, local onde acontecerá a etapa da próxima segunda-feira.
O caminhão, pertencente a empresa de transportes Marchetto, seguia para o norte com pneus para a competição, sendo que estava acompanhada de um veículo da organização.
De acordo com as informações da polícia chilena, o motorista argentino Marcelo Sánchez, invadiu a pista contrária e atingiu o veículo menor. Com a força do impacto, o chileno Roberto de la Cruz Vera Hernández e o peruano Freddy Efraín Arocupiapa Torres morreram na hora. Sánchez escapou ileso e recebeu voz de prisão preventiva enquanto a investigação está em curso. Estas foram a segunda e a terceira morte do Dakar 2009, antes o motociclista francês Pascal Terry, 49 anos, havia sido encontrado morto pela organização do evento depois de ter desaparecido. (Segue a noticia de Pascal Terry.)
Morte no Rali Dakar é investigada
Uma série de falhas de comunicação na organização do Rali Dakar impediu que o motociclista francês Pascal Terry pudesse ter sido socorrido antes de sofrer uma parada cardíaca. Pascal Terry se comunicou com a direção da prova pela última vez no domingo. À tarde, o sistema de localização da moto e o aparelho de comunicação do piloto pararam de funcionar. No começo da noite, pascal acionou um sistema de alerta, via satélite, recebido pelo escritório da organização, em paris. Estranhamente, o aviso só chegou à argentina na segunda-feira. A busca não se iniciou ainda no domingo porque no acampamento de Puerto Madryn ingressou um Terry, mas não pascal, e sim seu irmão, que também disputa o rali. O corpo do piloto foi encontrado na noite de terça-feira, sem sinal de acidente com a moto. A autópsia revelou que pascal morreu entre segunda e terça-feira, e a polícia admite que ele poderia ter sido salvo se socorrido a tempo. A causa da morte foi uma parada cárdio-respiratória provocada por um edema pulmonar.
Brasileiro sofre acidente e abandona Rali Dakar
Carlo Collet caiu do seu quadriciclos e ficou desacordado
O piloto brasileiro Carlo Collet abandonou a disputa do Rali Dakar depois de sofrer um acidente na quinta etapa da disputa, realizada na quinta-feira.
Ele caiu de seu quadriciclo e foi resgatado pela organização da disputa. Depois da queda, Collet ficou desacordado.
O brasileiro passa bem e já foi liberado pela equipe médica, com apenas pequenos cortes. Ele estava em 12º lugar na classificação geral dos quadriciclos até a largada da quinta etapa do Dakar.
Collet é mais um brasileiro a abandonar a disputa. Antes, os pilotos João Tagino e Dimas Mattos deixaram o Dakar, após sofrerem acidentes com suas motos no domingo, durante a segunda etapa da prova. Outra desistência entre os representantes do Brasil foi do também piloto Carlos Ambrósio, que deixou a disputa na segunda-feira por causa de problemas mecânicos em sua moto.
Um caminhão que prestava apoio logístico ao Rali Dakar 2009 se chocou nesta sexta-feira de frente contra um caminhão particular, no trecho que liga as cidades de La Serena e Ovalle, no Chile. Os integrantes do segundo veículo não resistiram e morreram. Com mais estas mortes, a prova deste ano atinge a marca de três vítimas fatais.
O acidente aconteceu nas imediações da localidade de Pejerreyes, ao norte da região de Ovalle, cerca de 400 km ao norte de Santiago, local onde acontecerá a etapa da próxima segunda-feira.
O caminhão, pertencente a empresa de transportes Marchetto, seguia para o norte com pneus para a competição, sendo que estava acompanhada de um veículo da organização.
De acordo com as informações da polícia chilena, o motorista argentino Marcelo Sánchez, invadiu a pista contrária e atingiu o veículo menor. Com a força do impacto, o chileno Roberto de la Cruz Vera Hernández e o peruano Freddy Efraín Arocupiapa Torres morreram na hora. Sánchez escapou ileso e recebeu voz de prisão preventiva enquanto a investigação está em curso. Estas foram a segunda e a terceira morte do Dakar 2009, antes o motociclista francês Pascal Terry, 49 anos, havia sido encontrado morto pela organização do evento depois de ter desaparecido. (Segue a noticia de Pascal Terry.)
Morte no Rali Dakar é investigada
Uma série de falhas de comunicação na organização do Rali Dakar impediu que o motociclista francês Pascal Terry pudesse ter sido socorrido antes de sofrer uma parada cardíaca. Pascal Terry se comunicou com a direção da prova pela última vez no domingo. À tarde, o sistema de localização da moto e o aparelho de comunicação do piloto pararam de funcionar. No começo da noite, pascal acionou um sistema de alerta, via satélite, recebido pelo escritório da organização, em paris. Estranhamente, o aviso só chegou à argentina na segunda-feira. A busca não se iniciou ainda no domingo porque no acampamento de Puerto Madryn ingressou um Terry, mas não pascal, e sim seu irmão, que também disputa o rali. O corpo do piloto foi encontrado na noite de terça-feira, sem sinal de acidente com a moto. A autópsia revelou que pascal morreu entre segunda e terça-feira, e a polícia admite que ele poderia ter sido salvo se socorrido a tempo. A causa da morte foi uma parada cárdio-respiratória provocada por um edema pulmonar.
Brasileiro sofre acidente e abandona Rali Dakar
Carlo Collet caiu do seu quadriciclos e ficou desacordado
O piloto brasileiro Carlo Collet abandonou a disputa do Rali Dakar depois de sofrer um acidente na quinta etapa da disputa, realizada na quinta-feira.
Ele caiu de seu quadriciclo e foi resgatado pela organização da disputa. Depois da queda, Collet ficou desacordado.
O brasileiro passa bem e já foi liberado pela equipe médica, com apenas pequenos cortes. Ele estava em 12º lugar na classificação geral dos quadriciclos até a largada da quinta etapa do Dakar.
Collet é mais um brasileiro a abandonar a disputa. Antes, os pilotos João Tagino e Dimas Mattos deixaram o Dakar, após sofrerem acidentes com suas motos no domingo, durante a segunda etapa da prova. Outra desistência entre os representantes do Brasil foi do também piloto Carlos Ambrósio, que deixou a disputa na segunda-feira por causa de problemas mecânicos em sua moto.
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